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ORAÇÃO EM TI

O homem, consciente ou inconscientemente, necessita comunicar-se com Deus.

A presença latente da Divindade impele-o a buscar a Fonte Inexaurível, a fim de nutrir-se da energia mantenedora da vida.

Uma secreta intuição, reminiscência de experiências já vividas ou inspiração para o encontro, fala da Realidade Superior, concitando ao estabelecimento de uma ponte de duas vias: por onde sigam os apelos e por onde retornem as respostas.

O recurso mais valioso para este desiderato é o da oração.

Quando penetras o aposento interior da alma, guiado pela luz da oração, logras comungar com Deus, ali presente, podendo alimentar-te nessa poderosa Força geradora de valores elevados.

São estimulados os recursos já existentes, que assomam em forma de coragem, de paz, de alegria.

Desanuviam-se as sombras pesadas que obscurecem a inteligência, entorpecendo os sentimentos.

O equilíbrio interior se recompõe e a escala dos bens altera-se do imediato para o mediato, do transitório para o permanente, face a uma hábil visualização da própria realidade.

A oração é o mais forte estímulo de que a alma pode dispor para plenificar-se.

Ela reergue o ser e o metamorfoseia, em razão da substância de que se constitui, abrindo espaços mentais para a ação edificante, sem a qual, a vida, em si mesma, perde o sentido, a significação.

É luz acesa na sombra; é pão nutriente na escassez; é força na debilidade; é gozo na paisagem erma da soledade.

Com a oração redescobres a finalidade da tua existência terrena e superas todos os percalços que parecem impedir-te ao avanço.

Faze da oração um hábito e deixa que a luz e o entendimento te fortaleçam na vida diária, à medida que te dediques a todas as tarefas que te dizem respeito, jovial e feliz.

Joanna de Ângelis

Do Livro Filho de Deus,

Psicografia de Divaldo Pereira Franco


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LEGENDAS DO TRIBUNO ESPÍRITA

 

Porque pelas tuas palavras serás justificado…” JESUS (Mateus, 12:37)

 

Cultuar a beleza verbalista nas alocuções ou explicações que profira, alicerçando, porém, a palavra nas lições de Jesus.

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Confiar na segurança própria, mas atrair a inspiração de ordem superior, através da prece.

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Atualizar-se constantemente, examinando, todavia, as novidades antes de veiculá-las.

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Reverenciar a verdade; contudo, buscar o “lado bom” das situações e das pessoas, para o destaque preciso.

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Formar observações próprias, conduzindo, porém, as opiniões para o bem de todos.

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Aprender com as experiências passadas, estimulando, simultaneamente, as iniciativas edificantes na direção do futuro.

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Enaltecer ideias e emoções, sem desprezar a linguagem compreensível e simples.

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Instruir o cérebro dos ouvintes, acordando neles, ao mesmo tempo, o desejo de cooperar no levantamento do bem.

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Falar construtivamente, mas ouvir os outros, a fim de lhes entender os problemas.

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Enriquecer a cultura dos companheiros de Humanidade, manejando a palavra digna; entretanto, estudar, quanto possível, de modo a ser sempre mais útil no aprimoramento geral.

 

Emmanuel

Do livro “Ceifa de Luz”, de Francisco Cândido Xavier