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DEFINIR

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Joanna de Ângelis 

Joanna-de-Angelis

Jesus ensinou-nos que o reino dos céus está dentro de nós. Indispensável que a reflexão e a alegria de viver nos facultem um estado de plenitude.

O Mestre, sendo um Espírito perfeito, não escolheu tarefa para executar,  não procurou destaque na sociedade, evitou receber quaisquer homenagens.  E mesmo quando, entrando em Jerusalém, foi saudado pelos ramos que celebravam vitórias, manteve-se discretamente montado sobre um jumento que pisava os tecidos que eram colocados no piso por onde Ele passava…

Convivendo com os mais pobres, fez-se simples e despojado, a fim de não os humilhar, nem lhes provocar inveja.

Dialogando com os humildes de coração, falou-lhes uma linguagem desataviada, utilizando-se de imagens populares, quais o grão de mostarda, a pérola, a palha do campo, os talentos, as lâmpadas de azeite, as redes do mar, com elas tecendo a mais bela página do pensamento filosófico de que se tem notícia.

Nunca selecionou serviço a fazer, havendo atendido enfermos do corpo, da emoção, da mente, todos doentes da alma, para demonstrar a excelência da saúde interior e da perfeita integração espírito-mente-corpo, sugerindo sempre a necessidade de cada um evitar o erro, de não se comprometer negativamente com nada,  de auto-superar-se.

Encorajou o perdão e a pureza de coração, vivendo-os integralmente em todos os momentos da Sua trajetória.

Todo o Seu ministério foi realizado em clima de naturalidade e despojamento de aparências, por isso mesmo, insuperável.

Começando-o em modesta estrebaria, encerrou-o numa cruz, prosseguindo em iridescente madrugada que prossegue até hoje derramando claridade nas noites morais da humanidade e nas sombras densas dos corações medrosos.

Toma-O como exemplo.

Ele se entregou ao Pai em total confiança, e jamais foi desamparado.

Faze o mesmo.

Joanna de Ângelis
Do livro Nascente de Bençãos
Psicografia de Divaldo Franco

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DA ESTREBARIA PARA A CRUZ

Joanna-de-Angelis
Joanna de Ângelis 

 

Jesus ensinou-nos que o reino dos céus está dentro de nós. Indispensável que a reflexão e a alegria de viver nos facultem um estado de plenitude.

O Mestre, sendo um Espírito perfeito, não escolheu tarefa para executar,  não procurou destaque na sociedade, evitou receber quaisquer homenagens.  E mesmo quando, entrando em Jerusalém, foi saudado pelos ramos que celebravam vitórias, manteve-se discretamente montado sobre um jumento que pisava os tecidos que eram colocados no piso por onde Ele passava…

Convivendo com os mais pobres, fez-se simples e despojado, a fim de não os humilhar, nem lhes provocar inveja.

Dialogando com os humildes de coração, falou-lhes uma linguagem desataviada, utilizando-se de imagens populares, quais o grão de mostarda, a pérola, a palha do campo, os talentos, as lâmpadas de azeite, as redes do mar, com elas tecendo a mais bela página do pensamento filosófico de que se tem notícia.

Nunca selecionou serviço a fazer, havendo atendido enfermos do corpo, da emoção, da mente, todos doentes da alma, para demonstrar a excelência da saúde interior e da perfeita integração espírito-mente-corpo, sugerindo sempre a necessidade de cada um evitar o erro, de não se comprometer negativamente com nada,  de auto-superar-se.

Encorajou o perdão e a pureza de coração, vivendo-os integralmente em todos os momentos da Sua trajetória.

Todo o Seu ministério foi realizado em clima de naturalidade e despojamento de aparências, por isso mesmo, insuperável.

Começando-o em modesta estrebaria, encerrou-o numa cruz, prosseguindo em iridescente madrugada que prossegue até hoje derramando claridade nas noites morais da humanidade e nas sombras densas dos corações medrosos.

Toma-O como exemplo.

Ele se entregou ao Pai em total confiança, e jamais foi desamparado.

Faze o mesmo.

Joanna de Ângelis
Do livro Nascente de Bençãos
Psicografia de Divaldo Franco